A servidora pública e empresária Deise Carmen de Oliveira Ribeiro, de 55 anos, era conhecida por “amar e cuidar da família”, segundo a sobrinha Glauciene Rodrigues de Oliveira. Em entrevista ao JTo, ela afirmou que Deise relatou ter sido agredida por uma das filhas e mantida em cárcere dentro da própria casa dias antes de morrer. Ela foi vítima de feminicídio e, de acordo com a Polícia Civil, as principais suspeitas do crime são as duas filhas. No dia 16 de dezembro [2025], minha tia [Deise] esteve na minha casa e relatou para mim que uma das filhas tinha batido nela e trancado dentro de casa. Que seu esposo e a outra filha tinham visto e não fizeram nada. Mas como foi a colação de grau da minha filha, minha tia não queria faltar, então ela não denunciou”, contou Glauciene. Deise Carmen desapareceu ainda em dezembro de 2025. O corpo foi encontrado boiando no dia 1º de janeiro de 2026, no rio Santa Tereza, na zona rural de Peixe, no sul do estado. Segundo a polícia, a vítima foi atraída para uma emboscada e morta com vários golpes de faca. As investigações apontam que o crime foi motivado por conflitos familiares e interesses financeiros.