Balneários e áreas de preservação ambiental do Tocantins passaram a ter regras mais claras para uso e funcionamento após a regulamentação de intervenções eventuais ou de baixo impacto ambiental. O objetivo é evitar a degradação ambiental e assegurar serviços ambientais essenciais, como a qualidade da água e a estabilidade do solo. A regulamentação foi formalizada pela Resolução COEMA nº 143/2025, publicada pelo Conselho Estadual do Meio Ambiente (COEMA) em dezembro de 2025, e atende a demandas identificadas em procedimentos administrativos e na ação civil pública proposta pela 1ª Promotoria de Justiça de Tocantinópolis. Segundo o Ministério Público do Estado (MPE), a ação ocorreu após relatórios técnicos do Conselho Estadual do Meio Ambiente (COEMA) apontarem falhas nos processos de licenciamento ambiental, intervenções irregulares em Áreas de Preservação Permanente (APPs) no estado e a inexistência de norma estadual específica para disciplinar atividades.