A morte de Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, completa um mês nesta quarta-feira (2) e continua sendo investigada pela Polícia Civil. O pai da criança, o advogado Igor Gustavo Veloso de Souza, e a madrasta, Kathellen Moreira da Silva, seguem presos preventivamente, suspeitos de envolvimento no crime. Veja vídeo no Bom Dia Tocantins: TJ nega habeas corpus de madrasta do menino Gustavo As investigações começaram depois que o pai procurou a Polícia Civil e informou que o filho teria morrido após se afogar na piscina da residência da família, na região norte de Palmas. A hipótese de acidente, no entanto, foi descartada pelo Instituto Médico Legal (IML). Segundo o laudo, Gustavo morreu em decorrência de laceração intestinal e hemorragias internas e externas provocadas por agressões. O exame também apontou lesões graves na cabeça e no rosto.