Ítalo Paz Koche (esq) e Paulo César Maciel (dir) (Reprodução/Instagram Ítalo Paz/Divulgação/SSP) Contadores investigados por um esquema que causou prejuízo de mais de R$ 55 milhões aos cofres públicos pagavam R$ 2 mil por mês para usar o nome de terceiros como "laranjas". Segundo a Polícia Civil, além de emprestarem os dados pessoais, essas pessoas também eram usadas para autorizar movimentações bancárias por reconhecimento facial. Veja vídeo no JA 2ª Edição: Esquema de fraudes no agro é investigado; contador do grupo está foragido As contas abertas para aplicar as fraudes ficavam em nome dos "laranjas", mas eram controladas pelos próprios investigados. De acordo com a polícia, os suspeitos iam até a casa dessas pessoas de três a quatro vezes por semana para realizar o reconhecimento facial necessário para liberar transferências e pagamentos de alto valor.