Kathellen Moreira da Silva é investigada pela morte do enteado (Reprodução/Tik Tok Kathellen Moreira) A defesa de Kathellen Moreira da Silva, de 23 anos, pediu à Justiça a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares menos gravosas ou, subsidiariamente, por prisão domiciliar. Segundo o advogado Júlio César Suarte, a investigada amamenta uma bebê de 5 meses e essa condição não recebeu análise na decisão que decretou a prisão. Em nota divulgada nesta quinta-feira (6), a defesa informou que recebeu a decisão "com profundo estarrecimento" e afirmou que a maternidade da investigada está comprovada por certidão de nascimento, enquanto a lactação consta em registros realizados durante sua permanência na unidade policial. O advogado sustenta que a prisão simultânea de Kathellen e do pai da bebê provocou a separação da criança de ambos os genitores, circunstância que, segundo a defesa, deveria ter recebido análise antes da decretação da medida.