A OAB parece não existir, mas existe, por incrível que pareça. Depois que a sua cúpula esteve na Suíça em plena crise nacional envolvendo o Judiciário, o seu presidente, Beto Simonetti, que anda mais sumido do que orelha de freira de antigamente, disse que o momento vivido exige “serenidade, transparência e respostas”, cobrando do STF manifestações rápidas e claras. Disse, ainda, que a confiança nas instituições é indispensável para a estabilidade social e democrática, devendo conquistar o respeito da sociedade não apenas pela autoridade que exercem. Acrescentou que o país precisa reafirmar uma independência também do “medo, da dúvida e da desconfiança”. Palavras, palavras... Os artigos publicados não refletem a opinião do Jornal do Tocantins. Sua publicação obedece ao propósito de estimular e fomentar a diversidade e o debate de temas locais, nacionais ou mundiais.