Disputa entre integrantes da família imperial brasileira foi parar na Justiça, quando Dom Pedro Tiago de Orleans e Bragança afirmou que foi barrado ao tentar retornar ao Palácio do Grão-Pará, em Petrópolis/RJ, onde diz morar desde o nascimento. Depois disso ele ajuizou ação possessória e obteve liminar para retornar ao imóvel. Ele relatou que no dia 9 de junho passado saiu para fazer exercícios físicos e, ao voltar, foi impedido de entrar por seguranças que atuavam em nome da Companhia Imobiliária de Petrópolis, proprietária formal do imóvel. No dia seguinte, acompanhado de advogados, ele retornou ao local, mas não conseguiu acessar o palácio, pois as fechaduras haviam sido trocadas. O Juízo da Vara Cível de Petrópolis concedeu liminar de reintegração de posse em favor do príncipe. Foi pedida a reconsideração da decisão, sob alegação da existência de um contrato de comodato como pai de Dom Pedro Tiago, posteriormente rescindido, sustentando que o príncipe não exerceria posse sobre o bem nem residia no local. Porém, o magistrado considerou as provas que demonstram o contrário.