A pena de disponibilidade aplicada pelo Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) ao juiz Alan Ide Ribeiro da Silva, titular da 2ª Vara Criminal de Augustinópolis, amplia um histórico de investigações e processos disciplinares envolvendo o magistrado. Antes da decisão unânime do Tribunal Pleno, publicada na última sexta-feira (10), ele já havia obtido no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a anulação de uma censura imposta pelo próprio TJTO e passou por afastamentos relacionados à condução de um processo milionário envolvendo a Prefeitura de Lajeado. A decisão mais recente determinou o afastamento temporário com salários proporcionais pelo período de 60 dias. A sanção decorre de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) que apontou violações aos deveres de serenidade, urbanidade, prudência e imparcialidade no exercício da magistratura.