A Justiça afastou temporariamente do cargo a policial militar Yasmin Cursino Ferreira, 21, que no início de abril atirou e matou a ajudante-geral Thawanna da Silva Salmázio, 31, durante uma abordagem em Cidade Tiradentes, na zona leste da capital paulista. A decisão proíbe a PM de portar arma de fogo, manter contato com testemunhas ou parentes da vítima ou de deixar a comarca sem autorização judicial prévia. A soldado também deverá permanecer em casa das 22h às 5h. A decisão que a afastou do cargo, assinada pelo juiz Antônio Carlos Ponte de Souza, diz que há indícios de conduta criminosa por parte da PM. A Folha procurou a defesa dela na manhã desta sexta-feira (24), mas não obteve retorno até a publicação deste texto. Em 11 de abril, dias após a ocorrência, o advogado Alexandre Guerreiro disse que a policial atirou na ajudante-geral para cessar uma escalada de agressões.