Viatura da Guarda Metropolitana em patrulhamento na região da Praia da Graciosa, em Palmas (Lia Mara/Prefeitura de Palmas) A defesa do guarda metropolitano Alessandro Gomes Neves contesta a punição de 25 dias de suspensão aplicada pela Guarda Metropolitana de Palmas (GMP) e classifica a medida como injusta. Em nota oficial, os advogados Indiano Soares e Souza e Iago Augusto afirmam que o processo administrativo contra o servidor apresenta diversos erros e que a condenação carece de provas objetivas. Segundo os defensores, o cenário atual envolve apenas suposições, o que impede qualquer tipo de responsabilização legal. Os advogados destacam pontos centrais que, na visão deles, invalidam a investigação da prefeitura. A nota esclarece que Alessandro Neves não gravou qualquer vídeo do crime e que a comissão sindicante não realizou perícia técnica no celular do servidor, mesmo com a entrega voluntária do aparelho para análise. Além disso, a defesa alega que o processo ignorou o depoimento de uma testemunha essencial para esclarecer os fatos.