A discussão sobre o termo "violência vicária" ganhou força no espaço público após a defesa da mãe do menino Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, citar a tese jurídica em nota oficial enviada à imprensa. O garoto morreu no início deste mês, no norte da capital, em um episódio que resultou na prisão preventiva do pai, o advogado Igor Gustavo Veloso de Souza, e da madrasta, Kathellen Moreira da Silva. O caso começou quando o pai procurou a delegacia alegando um suposto afogamento na piscina de sua casa durante o fim de semana com o filho. No entanto, os laudos do Instituto Médico Legal (IML) contrariaram essa versão inicial. A perícia constatou lesões corporais graves, traumas viscerais, choque hemorrágico e sinais de tortura. Diante dessas evidências, a 1ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Palmas requisitou a custódia cautelar dos investigados, atendida pelo Poder Judiciário.