Sede do Ministério Público do Tocantins (Djavan Barbosa/Arquivo JTo) O processo que apura a denúncia no caso da morte do ex-secretário da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), Clemente Barros Neto, de 86 anos, vítima de atropelamento na capital, terminou sem decisão. O Ministério Público do Tocantins (MPTO) ainda não apresentou um posicionamento oficial sobre o oferecimento da denúncia, mesmo com o fim do prazo legal para manifestação. O Jornal do Tocantins solicitou posicionamento sobre o processo ao Ministério Público do Tocantins, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem. O Ministério Público tinha prazo de 15 dias para oferecer denúncia à Justiça em casos em que o investigado responde em liberdade, contado a partir da conclusão do inquérito policial. Neste caso, o procedimento foi finalizado em 10 de fevereiro de 2026 e indiciou o motorista por homicídio culposo no trânsito. O JTo apurou, com fontes extraoficiais, que a contagem começou com a entrada do indiciamento no sistema da Justiça e teria se encerrado na última sexta-feira (13).