Mais de 30 professores da rede municipal de Natividade, a 229 km da Capital, entraram em greve na manhã desta sexta-feira, 28. Os servidores alegam a falta de reajuste salarial desde 2017, direito garantido anualmente pelo Plano de Carreira, e afirmam que a gestão municipal não estaria disposta a negociar com a categoria.Segundo a categoria, a Prefeitura Municipal não teria pagado direitos referentes a oito meses de reajuste no ano de 2017, cinco meses referente a 2018 e nenhum dos 12 meses referente a 2019, além de também não terem alteração salarial neste ano de 2020.Uma professora efetiva que preferiu não se identificar, informou que a categoria tentou fazer diversas reuniões com a prefeita Martinha Rodrigues, mas ela não teria comparecido a nenhuma. “Ela não compareceu as reuniões de negociação, nem apresentou alguma proposta cabível quanto aos direitos dos professores”, frisou.Natividade conta com três escolas da rede municipal, sendo uma na região central da cidade, A Archelina Pacino Vieira, além de uma no povoado do Príncipe e outra na zona rural, no povoado Jacubinha. Com a greve, os alunos das três escolas estão sem aula, ainda que professores contratados estejam na unidade cumprindo horário.A categoria disse ainda que a greve se dará por tempo indeterminado.PosicionamentoA Prefeitura de Natividade, por meio da Secretaria Municipal de Educação, esclareceu que para não prejudicar a população no atendimento à saúde, assistência social e demais áreas essenciais, as parcelas referentes a data-base e progressões dos educadores, bem como o reajuste salarial da classe, serão avaliadas conforme as condições administrativas e o impacto financeiro na folha de pagamento do Executivo Municipal e nos serviços prestados à população. A gestora afirmou ainda, em nota, que todos os esforços estão sendo feitos por essa gestão com o objetivo de sanar o problema o mais breve possível. Ver essa foto no Instagram Mais de 30 professores da rede municipal de Natividade, entraram em greve nesta sexta-feira Os servidores alegam a falta de reajuste salarial desde 2017, direito garantido anualmente pelo Plano de Carreira, e afirmam que a gestão municipal não estaria disposta a negociar com a categoria. Acesse o JTo e saiba mais Uma publicação compartilhada por Jornal do Tocantins (@jornaldotocantins) em 28 de Fev, 2020 às 6:20 PST