O casal Rogério Naves de Lima, de 49 anos, e Sara Núbia Siqueira Guedes Torres, de 39, encontrado morto dentro de casa na Vila São João, em Goiânia, na quarta-feira (25), era proprietário de um escritório de advocacia. Rogério e Sara eram advogados, mas ele estava licenciado da profissão e atuava como policial penal. O presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema de Execução Penal de Goiás (Sinsep), Maxsuell Neves, contou à reportagem quem era Rogério. Rogério era um excelente servidor, do concurso de 2002. Muito querido entre os policiais. Era uma pessoa muito espontânea, alegre, sempre disposto a ajudar os companheiros”, recorda Neves. Maxsuell destaca que, embora Rogério tenha alcançado ascensão financeira, decidiu seguir na Polícia Penal. “Era um servidor que cumpria suas obrigações, gostava, amava a profissão. Tanto que tinha até uma condição financeira boa, mas continuava na polícia por amor mesmo, por gostar”, ressaltou o presidente do sindicato.