O cantor Amado Batista entrou no Cadastro de Empregadores que tenham submetido trabalhadores a condições análogas à escravidão, mais conhecido como “lista suja” do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O documento foi publicado em outubro de 2025, mas passou por uma atualização nesta segunda-feira (6). Em nota enviada à repórter Yanca Cristina, do g1 Goiás, Mauricio Carvalho, advogado do cantor, disse que ‘a informação de que houve o resgate de 14 trabalhadores na propriedade do Senhor Amado é completamente falsa e inverídica’ (veja a nota completa ao final desta reportagem). Conforme o documento, as propriedades estão localizadas em Goianápolis, na Região Metropolitana de Goiânia. Segundo a defesa de Amado, a fiscalização foi realizada em uma fazenda arrendada pelo cantor para o plantio de milho no ano de 2024.