A taxa de desemprego do Brasil ficou em 5,6% no trimestre até maio, após marcar 5,8% nos três meses encerrados em fevereiro, que servem de base de comparação, apontou nesta sexta-feira (26) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O indicador é o menor para o intervalo até maio na série histórica da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua). O levantamento começou em 2012. Analistas do mercado financeiro esperavam desemprego de 5,6% para o período mais recente, segundo a mediana das projeções coletadas pela agência Bloomberg. O intervalo das estimativas ia de 5,4% a 6%. A pesquisa do IBGE abrange o mercado de trabalho formal, com carteira assinada ou CNPJ, e o setor informal, sem esses registros. Nas estatísticas oficiais, uma pessoa de 14 anos ou mais que não tem emprego precisa estar à procura de oportunidades para ser considerada desempregada. Não basta só não trabalhar.