O próximo presidente herdará uma extensa carteira de concessões de infraestrutura que o atual governo prometeu levar a leilão em 2026, mas não conseguiu tirar do papel. Projetos de rodovias, ferrovias, portos e hidrovias foram adiados e agora avançam para 2027 ou até para os anos seguintes, somando ao menos R$ 204 bilhões de investimento previsto. Os atrasos atingem alguns dos principais projetos anunciados pela gestão Lula. Dos 13 leilões rodoviários inicialmente previstos para este ano, a expectativa agora é realizar sete. Nos portos, apenas três dos 18 certames anunciados haviam ocorrido até setembro, enquanto as cinco concessões de hidrovias previstas foram empurradas para frente. A agenda ferroviária também ficou quase toda para o próximo governo. Governo aguarda auditoria de europeus na produção da carne bovina para destravar exportações