A primeira semana do Rock in Rio deixou uma impressão curiosa: enquanto o público se espalhava pela Cidade do Rock atrás dos shows, brindes e boas fotos para as redes sociais, os camarotes VIP e estandes de marcas tiveram duas noites iniciais com pouco brilho humano. O motivo, ao que tudo indica, estava no próprio palco. Com atrações não tão de peso no line-up, a frequência de famosos foi baixa a ponto de as pessoas perguntarem se existia um espaço diferente para os artistas acompanharem os shows. No sábado, porém, a ausência de celebridades acabou compensada por uma figura que não precisava de maquiagem, styling ou assessoria de imprensa. Um robô circulou por um dos espaços e virou atração entre curiosos, fotos e selfies. O não-humano estava ali para representar uma empresa de vigilância que faz monitoramento de terrenos sem a presença de profissionais.