É um déjà vu: a veterana Keiko Fujimori, vencedora do primeiro turno das eleições peruanas, concorre à Presidência do país contra um candidato de esquerda com pouca projeção nacional que usa um sombreiro como símbolo do esquecido mundo rural que almeja representar. Poderia ser o segundo turno das eleições que levaram Pedro Castillo ao poder, em 2021, mas a descrição acima se refere à votação deste domingo (7) no Peru, país que se acostumou a viver os mesmos impasses nos últimos anos. O deste fim de semana opõe a filha de Alberto Fujimori, ditador que governou a nação de 1990 a 2000, e Roberto Sánchez, herdeiro do sindicalista que se manteve no poder da metade de 2021 até o fim de 2022, quando tentou dar um autogolpe pelo qual está atualmente preso. Ataque dos EUA ao Pix é recado a países que estudam seguir caminho do Brasil, dizem autoridades