Dhieine Caminski, Cláudia Fernanda e Andreis Vicente (Divulgação/Prefeitura de Palmas | Reprodução/ TV Anhanguera) A Polícia Civil concluiu o inquérito da Operação Falsa Emergência e indiciou dez pessoas por crimes como peculato-desvio, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Entre os investigados está a empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva, apontada como a principal articuladora de um suposto esquema na Secretaria Municipal de Saúde (Semus) de Palmas. Cláudia foi indiciada por corrupção ativa, lavagem de capitais e associação criminosa. Também estão entre os indiciados agentes públicos, incluindo a ex-secretária de Saúde Dhieine Caminski. Eles foram presos por suspeita de fraude no contrato de R$ 139 milhões de terceirização das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em março de 2026.