Secretária Dhieine Caminski e o superintendente Andreis Vicente da Costa (Reprodução/Prefeitura de Palmas) A prisão da secretária de Saúde de Palmas, Dhieine Caminski, e do superintendente de Atenção à Saúde, Andreis Vicente da Costa, expôs indícios de um suposto esquema de corrupção, fraudes documentais e favorecimento dentro do processo de terceirização das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Norte e Sul da capital. A investigação da Polícia Civil envolve um contrato de R$ 139,1 milhões, firmado com a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba, e aponta possíveis crimes de associação criminosa, falsidade ideológica, corrupção e lavagem de dinheiro. A defesa da secretária Dhieine Caminski informou por meio de nota, que não teve acesso a todo o material e devido a isso, não tem condições de se manifestar sobre o caso. O advogado do superintendente também afirmou eu não tive o acesso aos autos do inquérito