Ferve o 2º colégio eleitoral do País a seis dias da eleição nacional. O jeito desconectado de fazer campanha do candidato a presidente Romeu Zema (Novo) tem prejudicado seu principal aliado em Minas Gerais. Ao liberar, País afora, todos os candidatos ao Senado e à Câmara dos Deputados de seu partido para apoiar Flávio Bolsonaro (PL), Zema se esquece de fazer o mesmo com seu principal aliado em sua terra natal. Mateus Simões, seu sucessor que concorre ao Governo de Minas pelo PSD e que já havia declinado de apoiar Ronaldo Caiado, então de seu próprio partido, assiste a toda a sua coligação – PSD, Novo, Avante, PP e União Brasil – correr para os braços de Flávio, sem que tenha recebido uma sinalização no mesmo sentido por parte de Zema. O erro do ex-governador pode jogar a pá de cal em todo um projeto que teve início em 2018 e que levou esse grupo ao Palácio da Liberdade.