Buscas realizadas pela Polícia Civil durante a Operação Falsa Emergência (Luiz de Castro/Governo do Tocantins) O relatório final da Operação Falsa Emergência, concluído pela Divisão Especializada de Repressão à Corrupção (Decor) neste fim de semana, aponta a existência de um suposto esquema criminoso na Secretaria Municipal de Saúde (Semus) de Palmas. A investigação atribui aos envolvidos fraudes na contratação da organização social Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba (SCMI) para gerir as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Norte e Sul, em um contrato de R$ 139 milhões. De acordo com o documento policial, o grupo cometeu crimes de peculato-desvio, corrupção, associação criminosa e lavagem de capitais. A polícia estima que o sobrepreço no contrato varie entre R$ 40 milhões e R$ 88 milhões anuais, uma vez que estudos técnicos da própria prefeitura indicavam que o custo operacional real seria significativamente menor do que o valor empenhado.