Uma desembargadora do Pará reclamou durante uma sessão dos novos limites estabelecidos em março pelo STF (Supremo Tribunal Federal) para pagamento de penduricalhos a magistrados em todo país e acrescentou que "daqui a pouco a gente vai estar no rol daqueles funcionários que trabalham em regime de escravidão". Eva do Amaral Coelho afirmou ainda que narrativas foram criadas a ponto de um juiz ser visto como alguém sem escrúpulos, que pretende "ganhar muito sem fazer nada". Hoje nós passamos de cidadãos que zelam pela proteção dos direitos para vilões da história. Nós somos os bandidos agora", afirmou ela. "Eu queria que parte da população viesse viver o dia a dia do juiz e do desembargador, para ver como é que a gente trabalha. Enormes horas extras, sacrificando fim de semana." Dino propõe reforma do Judiciário e abre novo embate com Fachin por agenda ética