UPA sul de Palmas (Divulgação/SES) A gestão da saúde em Palmas é alvo de investigação da Polícia Civil e do Ministério Público do Tocantins (MPTO), no âmbito da Operação Falsa Emergência. A apuração envolve suspeitas de corrupção, direcionamento de contratos, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. O foco é um contrato de R$ 139,1 milhões firmado entre a Prefeitura de Palmas e a Organização da Sociedade Civil (OSC) Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba, responsável pela gestão das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Norte e Sul. Veja abaixo os principais pontos da investigação: Aumento no valor do contrato Segundo o MPTO, houve aumento significativo nos custos para a gestão das UPAs. O valor teria passado de R$ 16,8 milhões para R$ 139,1 milhões, um crescimento de quase 800%, sem ampliação proporcional da estrutura de atendimento.