O ex-prefeito de Luzinópolis, no norte do Tocantins, Gustavo Damaceno de Araújo, é o principal alvo de uma decisão da Justiça que o condenou por improbidade administrativa após nomear seis parentes para cargos na prefeitura durante sua gestão. A decisão, publicada em 9 de junho de 2026, aponta que o então gestor colocou familiares em funções estratégicas da administração municipal, prática que levou o juiz responsável pelo caso a classificar a estrutura como um “feudo familiar”. O JTo tentou localizar a defesa do ex-prefeito, mas não conseguiu até a publicação desta reportagem. O caso veio à tona após ação movida pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO), que investigou as nomeações feitas durante o mandato. Como funcionava o esquema Segundo o processo, Gustavo Damaceno utilizou o cargo para nomear parentes de diferentes graus, incluindo familiares diretos e por afinidade.