Um ex-prefeito de Luzinópolis, no norte do Tocantins, e mais seis pessoas foram condenados pela Justiça do Tocantins pela prática de nepotismo. O caso foi denunciado pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO), em 2020, em uma ação civil pública por improbidade administrativa. Cabe recurso da decisão. Na época, o prefeito nomeou a companheira, seu pai, sua irmã, um tio, uma tia e mais um parente por afinidade em terceiro grau. Os nomes dos condenados não foram divulgados, e o Jornal do Tocantins não conseguiu contato com as defesas. Conforme o MPTO, quatro parentes foram nomeados como secretários, e outro para um cargo de chefia. O prefeito manteve a maioria dos parentes nos cargos comissionados mesmo após ter sido alertado e orientado formalmente sobre a ilegalidade das nomeações. Além da relação familiar, as nomeações não seguiram critérios técnicos objetivos. Ou seja, os escolhidos pelo então gestor não possuíam capacidade técnica compatível com as atribuições dos cargos.