Buscas realizadas pela Polícia Civil durante a Operação Falsa Emergência (Luiz de Castro/Governo do Tocantins) Dez pessoas passaram a responder pelas suspeitas apuradas na Operação Falsa Emergência, que investigou o contrato de R$ 139 milhões firmado para a gestão das UPAs Norte e Sul de Palmas. A conclusão do inquérito aponta indícios de direcionamento da parceria, irregularidades na aplicação de recursos públicos e atuação coordenada entre agentes públicos e particulares, segundo a Polícia Civil. A apuração, conduzida pela Divisão Especializada de Repressão à Corrupção (Decor), começou após requisição do MPTO e reuniu documentos, monitoramentos, diligências, oitivas e análises financeiras e patrimoniais. De acordo com a Polícia Civil, os elementos levantados apontam atuação coordenada entre agentes públicos e particulares para viabilizar a formalização da parceria responsável pela gestão dos serviços de saúde.