UPA Sul de Palmas (Divulgação/SES) A ex-secretária municipal de Saúde, Dhieine Caminski, o ex-superintendente Andreis Vicente da Costa e a empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva são os principais investigados no suposto esquema nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Palmas. A decisão que os tornou réus afirma que eles vão responder por crimes como peculato, lavagem de dinheiro, corrupção e associação criminosa. As investigações fazem parte da Operação Falsa Emergência, que apura um esquema de corrupção na gestão das UPAs da capital. Segundo o processo, o grupo teria atuado para viabilizar um contrato de R$ 139 milhões com a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba, firmado sem licitação. A decisão foi assinada pelo juiz Marcio Soares da Cunha, da 3ª Vara Criminal de Palmas, nesta sexta-feira (26). Em outras determinações publicadas na mesma data, o magistrado optou por manter a prisão preventiva dos três investigados.