A saída da empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva de seu apartamento 14 minutos antes da chegada da polícia, para cumprir um mandado de prisão preventiva, levantou suspeitas de vazamento de informações sigilosas da Operação Falsa Emergência. A empresária é investigada por suspeita de participação em uma fraude de R$ 139 milhões no contrato de terceirização das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Palmas. Veja vídeo no JA 2ª Edição: Polícia Civil suspeita de vazamento em operação das UPAs Além da fuga, o relatório da Polícia Civil aponta indícios de ações para atrapalhar as investigações, como ocultação de celulares, desaparecimento de provas e possível vazamento de informações sobre a operação. Em relação à Cláudia, o que nos chamou atenção é que acompanhávamos toda a rotina dela e sabíamos que ela não tinha o costume de sair muito cedo de casa. Mas, coincidentemente, no dia em que fomos cumprir o mandado de prisão, ela saiu de madrugada, 14 minutos antes da equipe chegar. Isso precisa ser apurado, mas certamente é um indicativo de vazamento de informações sigilosas”, afirmou o delegado Romeu Fernandes, em entrevista à TV Anhanguera.