Dhieine Caminski, Cláudia Fernanda e Andreis Vicente (Divulgação/Prefeitura de Palmas | Reprodução/ TV Anhanguera) O processo que investiga um suposto esquema de corrupção e desvios na gestão das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Palmas avançou para uma nova fase. Após o juiz Marcio Soares da Cunha, da 3ª Vara Criminal de Palmas, receber a denúncia criminal apresentada pelo Ministério Público do Estado do Tocantins (MPTO), os agora réus Dhieine Caminski, Andreis Vicente da Costa e Claudia Fernanda Candido da Silva foram citados para apresentar resposta à acusação. Os três são investigados na Operação Falsa Emergência, que apura supostas irregularidades na contratação da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba para administrar unidades de saúde da capital. O contrato, no valor de R$ 139 milhões, foi firmado entre a Prefeitura de Palmas e a entidade. A investigação apura crimes como associação criminosa, falsidade ideológica, corrupção e lavagem de dinheiro.